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 1 
 : Hoy a las 12:41:52  
Iniciado por Anajara - Último mensaje por HENRIQUE MENDES

Meditativo, Anajara. E bonito.

 2 
 : Hoy a las 06:58:39  
Iniciado por Anajara - Último mensaje por Anajara



Abri o meu peito
Fiz um corte fundo e profundo
no meu corpo.
Meu coração bate na garganta
um som de tambor
Te beijei no espelho da noite
e te embrulhei tão bem na fotografia,
que amanheceste comigo.
Tão junto de mim que
quando abri os olhos de manhã,
te vi carregando nos braços
todos os meus desejos...

Nos meus olhos percorrem um
mar...
Não posso te dizer adeus
porque o meu Deus me ouve.
Mas, não costura meu coração
dentro do peito.
E se costura... deixa cicatriz.
E cicatriz dói...
Mesmo que eu doure todas as
minhas pedras
No difícil trabalho de lapidar...

Ainda assim desejo te acariciar
O corpo...
O rosto...
Com as pontas dos dedos.
Doce e suavemente e
deliciosamente te beijar...


Anajara Lopes

 3 
 : Hoy a las 06:55:07  
Iniciado por Anajara - Último mensaje por Anajara



... a palavra se emudece
na letra de cada música.
Elas não conseguem traduzir
completamente meus sentimentos.
São em vão...
E a palavra não...
Na palavra cabe orações inteiras,
sem nada pronunciar.
É só pensar que vem!
Com força...
Com trabalho...
Para se calar
na palavra material.
E no pensamento de
um espírito louco.
O amor não cabe na letra
da música...
que eu escrevi para você!
A palavra se emudece...
... se cala nas sensações...
E no prazer de te ver
através do meu espelho...
Quando abro os olhos...
Só posso sorrir e nada dizer.


Anajara Lopes

 4 
 : Hoy a las 06:52:39  
Iniciado por Anajara - Último mensaje por Anajara


O meu coração é inútil
como um brinquedo de rodar.
Sem nome...
Inventado...

Bate sem querer.
Sempre que não pode disparar.
Dispara...
Quando não pode parar,
quer parar.
De mentira.
Sem nome...
Inventado...

Embaralha os meus olhos
quando tento enxergar
minha inútil razão
de amar...
Sem nome...
Inventado...

Na vida corrida,
sem tempo de pensar.
De sentir de verdade.
Meu coração no acelerado
modo de amar.
Na minha inútil razão
de amar.

Sem nome...
Inventado...


Anajara Lopes

 5 
 : Hoy a las 06:48:26  
Iniciado por Anajara - Último mensaje por Anajara


Por causa dos sonhos inúteis
Das fantasias inúteis
Dos desejos inúteis
Da vida inútil
Mas tão cheia de lua vazia
De luz de terra farta
Que em tudo se desfaz
Se faz de nuvem
Como nuvem
No seu profundo do mundo

Eu já fiz um buraco no meu peito
Tão grande
Tão vazio
Tão silencioso
Silenciosamente
Maravilhosamente
E assim vai...
Fico pensando nisso...
Às vezes fico assim...
Fora de mim...
Mas passa...
A realidade chega
E pronto


Anajara Lopes

 6 
 : Hoy a las 04:05:22  
Iniciado por HENRIQUE MENDES - Último mensaje por HENRIQUE MENDES
Muy bello me encanta. Smiley

Muchas gracias Pedro ordaz. Solamente hoy he visto tu comentario, perdoname. Un abrazo, amigo

 7 
 : Agosto 16, 2017, 06:10:27  
Iniciado por Martha Larios - Último mensaje por Martha Larios

LIBRERIA DE VIEJO


En estos tiempos de desmaterialización de la experiencia, de extrema virtualidad y de agorafobia, el libro viejo parece una especie en vía de extinción, y el lector nómada, un dinosaurio. Carta al libro viejo, Alberto Bejarano



Era una mañana de agosto, salí del pueblo hacia la ciudad de México para hacer varias diligencias. Entre algunas otras fui a imprimir algunas fotografías, tardarían tres horas aproximadamente en hacer el trabajo. Como ya había terminado todo lo demás. Decidí ir a tomar algo en un lugar antiguo, donde se respiraba no solamente el característico aroma del café y deliciosos pastelillos, sino los años y personas que habían pasado por ahí, y lo demostraban las fotografías amarillentas en blanco y negro.

Sobraba una hora, así que decidí continuar oliendo el tiempo, y entré a una librería de viejo, donde ahora respiraba el aroma del papel color sepia, el polvo, la madera de cedro del mobiliario. Todo éso me hizo recordar cosas agradables. Pues siempre que estamos abiertos a usar nuestros sentidos, de los que muchas veces por la prisa de vivir, nos olvidamos que existen, los aromas llegan con aires de recuerdo.

Había una gran mesa con ofertas desde diez, veinte, treinta, cincuenta pesos, no más. Como siempre, a pesar de mi edad, pero con esos ojos de niña inquieta que me permiten ver y descubrir. Observé y no lo podía creer, ahí en veinte pesos estaba un libro que mi primer jefe había escrito, y yo había mecanografiado todos los borradores cuando trabajaba como secretaria en español, solamente tenía diecisiete años. Lo había repetido muchísimas veces en la máquina de escribir, para corregir y volver a corregir hasta que fuera posible enviar a la imprenta.

La colección de esos libros formó parte de mi biblioteca particular muchísimos años. Cambié de empleo como secretaria bilingue a otra institución. Después, cuando tuve que dejar mi pueblo para trabajar en otro Estado de la República Mexicana, los obsequié a alguien que no recuerdo, pues regalé todos los que tenía a diferentes personas y a algunas bibliotecas públicas. De hecho, alguien me envió un lindo email que decía “Gracias por inundar de conocimiento y sabiduría este lugar”, con eso me sentí más que satisfecha. Quería decir que mis libros habían quedado en buenas manos.

Volviendo a mi relato, y debido al cariñoso recuerdo de haber colaborado en la elaboración de ese libro, quise recuperarlo, y dije a la persona que atiende, con gran seguridad y júbilo, me llevo ese libro. Cuesta veinte pesos? Si claro, ahora se lo doy. Lo pago y lo abro.

En la primera hoja dice Martha y reconozco mi letra. Apenas puedo creerlo!! Como es posible que entre cientos de librerías en esa zona y entre millones de libros viejos, estaba precisamente el mío. Empecé a reir, y me sentía feliz, muy feliz. Eran muchos sentimientos encontrados, como la alegría, curiosidad y sorpresa.

También un día antes, mi muy querida amiga Rosy, me envió una fotografía preguntándome, eres tu la que aparece ahí? Digo… Si claro y ella contesta muy sorprendida. Mira, yo no recordaba que fuimos juntas a clases de inglés y tu tampoco, y ahora que localicé la fotografía, estuvimos juntas en ese tiempo, nuestros destinos ya estaban entrelazados hace mucho tiempo. Nos reimos tanto!!

Y entonces, muchas preguntas, vienen a mi mente. Quién lo llevó a vender ahí?, Qué significa ésto? Por qué llegaron juntos estos dos eventos llevados a cabo en el mismo lugar?.

Es curioso como la rueda de la fortuna de la vida no solamente nos hace reencontrarnos con seres humanos, sino también con objetos que conforman nuestro pasado y nos traen recuerdos hermosos al presente.

Martha Larios

 8 
 : Agosto 12, 2017, 07:17:26  
Iniciado por HENRIQUE MENDES - Último mensaje por HENRIQUE MENDES


Todos pagamos o preço de ser quem somos. Saibamos disso ou não!
Eu pago o preço de ser quem sou. Tento viver de acordo com minhas escolhas. E tento que estas sejam escolhas informadas, colhendo visões de vários angulos até, finalmente, compôr a minha  e formar uma opinião sobre um determinado assunto. E escolher depois os caminhos que se adequam melhor ao que penso e à opinião que formei.

Fujo da visão de clube, de time. Fujo de ir com a manada, com o bando,  como fujo do prato feito. Prefiro deter-me nos ingredientes, escolher os sabores e os tempos oportunos ao "cozinhado". Em resumo, prefiro pensar e escolher por mim mesmo. Tento não adotar ideias prontas sem me deter sobre elas.

Não fazer isto, para mim, é passar a mão na cabeça à sorte, e entregar-me a ela sem tentar sequer curvá-la a alguma escolha possível. E sempre há uma escolha, evidentemente. Pode é não resultar como queremos, ou a nossa escolha ser errada, mas escolher sempre podemos.

Podemos falar de muitas coisas como o livre arbítrio, que mais não é do que o reconhecimento disto que defendo. Podemos falar de arrogância, mas jamais aceitarei que seja arrogante quem não se presta a seguir o grupo e prefira pensar sozinho. Abomino a "galera" pelo convite à impunidade e à irresponsabilidade. A galera não tem corpo, não se pode responsabilizar, não é ninguém. Dali pode saír tudo e qualquer coisa.

Admito que possam até, eventualmente, saír dela coisas boas. Há acidentes felizes, excepções que justificam a regra. E a regra, para mim, é que a galera é acéfala, não tem cabeça visível e age no impulso do momento. Mas a galera é comandável, e quem souber comandá-la tem em mãos uma capacidade destrutiva gigantesca.

Por isso são temíveis as "torcidas organizadas". Por isso existem, para serem temíveis.  Por isso se contratam a peso de ouro os marketeiros políticos, que trabalham para quem pagar mais. E que são temíveis. E que temos de temer, pois são usados para criarem em nós a vontade de seguir com a galera, atrás de um determinado lider que talvez nem escolhessemos se não fosse a influência deles, marqueteiros. Os condutores da galera.

A galera é a turba, a multidão sem rosto. Aquilo que os sábios romanos mais temiam, por lhe conhecerem a violencia e a veia truculenta e incontrolável.

Mas a galera também é carne para canhão. E devemos pensar nisso tendo em mente que, ao pertencer à galera, podemos estar a ser usados para ir para a primeira linha da batalha. Ser carne para o canhão do inimigo, seja ele qual for. E estar entre os primeiros a tombar.  

Ou então ser da galera pode significar estar entre aqueles que pisoteiam os da linha da frente oposta à nossa, que podem ser nossos amigos e parentes, irmãos, vizinhos. Apenas porque não fazem parte da nossa galera e sim de outra que se pensa diferente e se opõe à nossa.

Recuso a galera. Prefiro pensar sózinho. Escolher com a maior humildade. Mas sem dúvida: sem aceitar que isso seja arrogância ou elitismo. Não é mais do que necessidade. O mundo é feito de galeras com interesses muitas vezes opostos. E deveríamos juntá-las para que se conciliassem, não para que brigassem cada uma por sua vitória.  Todos os governos deveriam conter elementos de todas elas, governando na proporção dos seus votos.

Onde estiver errado, onde isso possa lesar os outros, é algo que tenho de aceitar como fazendo parte do preço a pagar por ser quem sou e por acreditar nas escolhas pessoais. Informadas!  Não apenas aquelas tomadas depois de se ler apenas os argumentos da galera a que se pertence. É nisto que creio. Assim, simplesmente.



COPYRIGHTHENRIQUEMENDES/2017
.


 9 
 : Agosto 10, 2017, 10:30:09  
Iniciado por HENRIQUE MENDES - Último mensaje por HENRIQUE MENDES
Maravilhoso  Smiley

Obrigado Graça Abranches. Fico puto quando os vejo a pedir para "não perder a amizade". Por trás  fazem tudo para sacanear aqueles que, pela frente, chamam amigos.  Beijo

 10 
 : Agosto 10, 2017, 08:08:02  
Iniciado por HENRIQUE MENDES - Último mensaje por GRAÇA ABRANCHES
Maravilhoso  Smiley

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